Semana produtiva, na contagem regressiva para o Carnaval, com todo mundo focado em cumprir as tarefas e chegar leve para os festejos de Momo.
No domingo, 8 de fevereiro de 2026, o Corinthians saiu derrotado por 0 x 1 no Derby Paulista contra o Palmeiras, na Neo Química Arena — um clássico tecnicamente fraco, mas com clima tenso. Na minha leitura, muito desse cenário veio da postura de Abel Ferreira, com jogadores “pilhados” em campo, e uma arbitragem complacente com o lado palmeirense.
Ainda assim, o ponto central é outro: chegar forte nos mata-matas. Para isso, será fundamental um bom resultado em São Bernardo no próximo domingo, visando trazer o jogo das quartas de final para a Arena.
Time ficando mais consistente
Mesmo com a derrota, ficou um lado positivo: o time está mais consistente e algumas peças dão sinais claros de evolução.
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André já se apresenta como realidade no meio-campo.
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Breno Bidon “encarnou” o espírito corinthiano: evolui tecnicamente e aparece em todas as zonas do campo.
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Gustavo Henrique vem sendo um dos melhores zagueiros brasileiros e, ao que tudo indica, ganha um parceiro importante com a chegada de Gabriel Paulista.
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Dá para acrescentar também os dois lados do time, que seguem muito atuantes (na minha opinião, entre os melhores do clássico).
Zakaria (Zacarias) Labyad e o mercado: reforços “sem custo” e o peso da folha salarial
Em 2026, com as finanças ainda sendo um entrave, e com a chegada de Marcelo Paz (considero mais eficiente do que Fabinho Soldado, que deixou um elenco caro e carente de reposições), o Corinthians tenta se reforçar no mercado com contratações de baixo custo: Matheus Pereira, Gabriel Paulista, Caio Cesar e Pedro Milans.
Mas e o Zakaria Labyad, que muita gente dá como certo — e que Dorival Júnior declarou não conhecer e não ter pedido? Viria por já ter jogado com Memphis Depay?
E sobre o holandês: no clássico, apático — não apenas pelo pênalti desperdiçado. Se o discurso é de que o clube precisa de mais estrutura, dá para contribuir também com postura: menos mordomias contratuais e mais alinhamento com a realidade, já que o salário é oneroso e pesa muito na folha salarial do futebol (incluindo comissão técnica e demais profissionais).
Saudações Corinthianas
Cláudio Faria Romero – Vila Maria
Corinthians Supremo
“O Corinthians precisa do Amor de todos os Corinthianos”