Tenho convicção de que este domingo (22/02/2026) tem tudo para ser especial para a Fiel. O Corinthians entra em campo contra a Portuguesa, às 20h30, no Canindé, em jogo único pelas quartas de final do Campeonato Paulista — ou seja: é mata-mata, é decisão, é noite de time grande.
Mesmo com elenco mais forte, o Timão vai precisar jogar com seriedade, intensidade e foco total. A Portuguesa chega para o duelo com moral: reagiu após um começo instável, emplacou resultados importantes e garantiu a vaga nas quartas em alta, reforçando que não dá para entrar “no automático”.
A partida
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Jogo: Portuguesa x Corinthians
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Data: 22/02/2026 (domingo)
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Horário: 20h30
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Local: Estádio do Canindé (São Paulo)
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Ingressos (valores divulgados): arquibancada R$ 160 (R$ 80 meia) | cadeiras numeradas R$ 240 (R$ 120 meia)
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Carga total: 15.592 ingressos, com divisão prevista entre as torcidas
O Corinthians precisa transformar controle em gol
Em 2026, o que mais chama atenção é que a produção ofensiva ainda está abaixo do esperado. Um retrato disso: dos 16 gols do Corinthians na temporada, apenas 5 foram marcados por atacantes — 31,25% do total.
Com a lesão de Yuri Alberto e mudanças forçadas, Dorival Júnior tem buscado soluções e, em alguns momentos, utilizou Memphis Depay como camisa 9. O holandês, por sinal, ainda não marcou nos jogos que fez em 2026 — e a torcida espera que a “estreia no ano” venha logo numa partida grande.
Tendência de time e cenário (segundo noticiário mais recente)
A cobertura aponta que Dorival pode ter Breno Bidon como novidade, mas também lida com baixas no elenco, além de dúvidas por questões físicas. Uma provável formação citada é: Hugo Souza; Matheuzinho, André Ramalho, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele, André, Carrillo (Allan) e Breno Bidon; Memphis Depay e Gui Negão.
Recordar é viver… e o Canindé vai ter clima raro em São Paulo
Num futebol que há anos vem afastando o torcedor (não só pela logística, mas também pelo custo), ver um clássico com torcida dividida em São Paulo volta a ter aquele ar “raiz”. A própria decisão de dividir as arquibancadas foi tratada como histórica, algo pouco visto na cidade desde 2008 — e que contrasta com a rotina de torcida única implementada no estado desde 2016, após episódios graves de violência.
E aqui cabe o ponto incômodo: R$ 160 na arquibancada é pesado para muita gente. Futebol popular não combina com barreira de preço — e isso precisa ser dito.
Saudações Corinthianas,
Cláudio Faria Romero Vila Maria
Corinthians Supremo
“O Corinthians precisa do Amor de todos os Corinthianos”