Dois meses para as eleições. E crise aumentando

Dois meses para as eleições. E crise aumentando

Amigos corinthianos, a situação é complicada no Campeonato Brasileiro. O Corinthians está fora da Copa do Brasil e da Libertadores e, para complicar ainda mais, está sem o patrocínio da Esportes da Sorte, em um momento no qual acumula Transfer Bans e enfrenta dificuldades para manter salários e/ou direitos de imagem em dia.

A atual diretoria, que herdou uma herança extremamente pesada, convive com possibilidades reduzidas para enfrentar o alto endividamento do Corinthians.

No Parque São Jorge, proliferam as chapas para a eleição dos conselheiros e os candidatos interessados em ocupar a Presidência do Corinthians, em eleições previstas para daqui a dois meses.

Que seja a última eleição com o atual status quo, no qual o pequeno universo que representa o Parque São Jorge concentra uma decisão que, em minha opinião, deveria ser dividida com os milhões de corinthianos.

O Corinthians não pode continuar adiando a separação administrativa entre Clube e Futebol. E, para alicerçar as condições necessárias para enfrentar a grande crise financeira e de credibilidade, deveria contar com todos os corinthianos que queiram participar e contribuir, por meio da criação da categoria SÓCIO TORCEDOR, com direito a votar e ser votado.

E a possibilidade de a Fatal Model ocupar o lugar da Esportes da Sorte como patrocinadora máster pode gerar um impasse com a Nike.

André Castro, candidato a presidente

André Castro, o mesmo que prometeu um aporte de R$ 5 bilhões nas eleições realizadas para ocupar a vaga de Augusto Melo, volta a se candidatar à Presidência do Corinthians.

Ao que tudo indica, contará com o apoio de remanescentes da gestão durante a qual o endividamento do clube cresceu significativamente e a categoria de Base, por exemplo, registrou um elevado número de contratações.

André Castro anunciou sua pré-candidatura à Presidência do Corinthians e prometeu apresentar, ao longo das próximas semanas, suas propostas para o clube.

E fica uma pergunta importante aos corinthianos: os R$ 5 bilhões anteriormente anunciados estarão disponíveis?

Cláudio Faria Romero – Vila Maria

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