Amigos Corinthianos, no próximo sábado, vai ser votada a pífia reforma estatutária, que mostra a inércia ou até a complacência dos conselheiros e da Mesa Diretora em relação ao Clube.
O Corinthians, com a pior crise financeira de sua história, parece, para o status quo que prevalece no Parque São Jorge, que tudo não passa de problemas passageiros.
Um dos itens que vai ser votado é a possibilidade de votos dos participantes do Fiel Torcedor (categoria criada para aquisição de ingressos). Uma espécie de “Cavalo de Troia”, pois, além de pagarem uma quantia substancial, os membros do Fiel Torcedor que aderirem à oportunidade de votar nas urnas terão que escolher os mesmos nomes, tanto para presidente quanto para os postulantes a serem conselheiros. Que, inclusive, também são corresponsáveis pela precária situação em que se encontra o Clube.
Reformas estruturais são necessárias. Começando pela necessária e fundamental separação administrativa entre Futebol e Clube. E a criação da categoria Sócio Torcedor, com direito a votar e ser votado. Aí, sim, garantindo a todos os corinthianos que pretendam contribuir e participar da vida do Corinthians que tenham essa possibilidade inserida e garantida nos Estatutos Sociais.
Modelo superado e até predador
O modo como o Corinthians é administrado tem várias falhas que prejudicam o Clube. Por exemplo, dar ingressos gratuitos para os conselheiros e para a grande quantidade de assessores. Inclusive, facilita a aquisição de ingressos com desconto.
Em um Clube ultraendividado, dar-se ao luxo de abdicar dessa renda dos ingressos é até criminoso. E tirar mais de 1.500 ingressos da venda no Fiel Torcedor e para os corinthianos em geral é uma distorção que precisa terminar.
O máximo concebível é dar o direito de cada conselheiro e assessor comprar o seu próprio ingresso, com o valor que é estipulado para todos os corinthianos que adquirem na Bilheteria ou no Fiel Torcedor.
Cláudio Faria Romero – Vila Maria
“O Corinthians precisa do Amor de todos os Corinthianos!”
